Diário de Bordo

domingo, junho 01, 2008


Um domingo, no trabalho ouvindo Dominguinhos...

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Realmente trabalhar dia de domingo foi a pior coisa que inventaram no mundo... mas fazer o quê né... tem que zelar pelo emprego que Deus me deu... kkk, mas tudo tem seu lado positivo, como conversar horrores com a minha companheira de revisão Drikinha e me atualizar das notícias mais relevantes do momento.

Acabei de crer que quero assistir o filme do Sex and the City mesmo não tendo assistido ao seriado, tenho certeza que esse programa fará parte de uma das minhas próximas belas tardes de sábado, mas claro, antes dele, vou assistir meu Indiana Jones que está nas promessas desde a estréia assim como Homem de Ferro, mas... a esperança é a última que morre, ainda mais com os novos/velhos ares que andam (re)aparecendo...

Morri de rir com uma notinha da Claro&Escuro de amanhã falando que as garotas de programa que serviam à equipe do Adail Pinheiro (prefeito de Coari) eram chamadas de... jornalistas... aijesuiiiiis, quanto desmerecimento às minhas futuras colegas de profissão... O que não é motivo pra alimentar ódio ou rancor, já que a piada mais antiga daqui da Redação é sobre a 'drag' que bate ponto ali na Sefaz que meus ilustríssimos colegas resolveram chamar de 'Professorinha'... como diria meu amigo Maurinho, essa só é mais uma das tantas 'voltas do anzol'...

Descobri hoje que gosto de Vanessa da Mata, assisti hoje a um especial dela na Mtv naquele 'Estúdio Coca-Cola' e pude descobrir o enorme potencial de voz que ela tem, fora que é algo doce e extremamente agradável aos ouvidos...

Estou há dias tentando encontrar o nome da música e a cantora da música de abertura da próxima novela das oito, tenho as minhas dúvidas mas acho que é a Vanessa que canta também...

Uiii... acabou de tocar o telefone... que bom receber ligação de alguém que foi muito importante no meu passado, mas sei que não posso esquecer das palavras da Drikinha, preciso estar confortável pra poder confiar novamente... preciso ser forte e saber iluminar meus caminhos pra que não venha, de novo, a cair em uma nova ilusão, afinal eu estou tão bem, não é?

E vamo que vamo assistir ao prêmio Tim enquanto eu não posso ir pra casa fazer coisa melhor...





"Que falta eu sinto de um bem, que falta sinto de um xodó, mas como eu não tenho ninguém, eu vivo a vida assim tão só"... [Gilberto Gil - Prêmio Tim]